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14.4.15

Sonhos Molhados - Último desta 2ª Edição

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Eram 6 da manhã. Estava na estação de comboios à espera que o meu transporte chegasse. Tal como era habitual, todas as sextas eu ia para casa, depois de uma semana de estudos na universidade. Este dia era especial. Ia tão cedo porque a minha namorada fazia anos naquele dia. Mas a noite tinha sido de loucura. Na verdade ainda não tinha ido dormir. Estava cansado e sentia-me sujo - mesmo depois do banho - e a vergonha era grande. Descobri que era bi. Mas não era isso que me envergonhava. Era mais o facto de a ter traído. Ainda, por cima com um dos seus maiores ídolos...

CINCO HORAS ANTES

Tinha acabado de chegar a um bar com mais dois amigos. As noites de quinta eram sempre uma loucura. Mas eu continha-me e nunca me enrolava com ninguém porque tenho namorada e amo-a acima de tudo. Mas aquela noite era diferente... Iria ser diferente e eu ia descobrir isso mesmo meia hora mais tarde.


No bar, dirigimos-nos ao balcão e pedimos umas bebidas. O Pedro começou, como habitualmente, à caça de gajas.
- Foda-se, que cu que a Mariana da turma 3 tem! Eu sei bem quem é que tratava bem dele.

Era sempre assim... Bocas e mais bocas às gajas que via. Sinceramente já me fartava. Passados uns minutos fui a casa de banho. Ao passar pelo corredor vi o cartaz da noite. Já tínhamos visto, claro, era por isso que ali estávamos. A noite iria ser animada pelo Rui Porto Nunes como DJ. E também teria as presenças do Tierry e da Sofia da Casa dos Segredos.

Dirigi-me então ao wc. Não estava ninguém da parte de fora mas estava um gajo numa das cabines a falar ao telefone.
- Quem me dera! - dizia ele - mas para já ainda não. Pois... Eu sei! Foda-se, estou farto de fingir que curto da gaja... Sim sim. Claro que ela sabe que eu sou bi. Mas nunca da para estar com gajos. Tenho sempre a imprensa a minha volta... Sim, sim. Então depois falamos, mano. Abração!


Puxou o autoclismo e abriu a cabine. Estava a mijar nos urinóis e já tinha reconhecido a voz. Agora foi confirmado.
- Boa noite - disse-me o Tierry, ligeiramente surpreendido.
- Boa noite - disse eu.

Também vens atuar ou assim? Não te conheço - disse-me, lavando as mãos.
- Não. Eu sou apenas cliente - disse eu ainda a mijar, um pouco excitado.
- Então mas este WC é para convidados e pessoal VIP.
- A sério? Não reparei!
- Devem ter pensado que eras convidado. Tens pinta, tu! És modelo ou assim?
- Não. Sou estudante de desporto - disse sacudindo o pau meio teso.
O Tierry olhou para o meu pau de repente. O momento foi constrangedor.

- Desculpa, não pude deixar de... - disse ele.
- Eu ouvi a tua conversa ao telemóvel - disse eu, atacando.

Fez-se algum silêncio. Mas depois ele explicou. Explicou que estava farto de fingir-se interessado pela Sofia, que gostava de ter mais experiencias com homens e de assumir isso em público. Falámos durante uns 15min e de vez em quando entrava um gajo que mijava e bazava.
- Tu, sendo bi, costumas estar com gajos? - perguntou.
- Às vezes... - respondi. Mas estava a mentir. Se eu era bi estava a descobrir agora.
- E que tipo de gajos te agrada mais?
- Epá... Musculados... Altos... Lindos... - disse aproximando a mão do peito dele - assim como tu...
O que se seguiu foi muito intenso. Entrámos na cabine e trancamo-la. Ele tirou a camisola de manga a cava e ficou com o tronco definido a minha frente. Comecei por beijar e definir os peitorais, os mamilos, depois os abdominais. Trinquei e arranhei-o nas costas. Beijámo-nos. Houve um linguado. Estava a ficar teso. Depois ele tirou-me a camisa e a t-shirt. Também lambeu o meu corpo musculado e o meu peito aparadinho, com pelos bem pequenos. Beijamo-nos de novo. Comecei a tirar-lhe o cinto. Ele tinha uns boxers brancos muito justos. O volume queria sair. E então tirei. Tirei e chupei-o todinho. Mamei o caralho do Tierry que era grandinho. Ele era todo depilado mesmo. Perguntou-me se eu queria enraba-lo, que nunca tinha experimentado. Saquei do meu pai e fui-lhe ao cu. Ele de 4 e eu a tapar-lhe a boca para ele não gritar. E vim-me dentro dele. Foi uma loucura. 
Fodi o Tierry ali, numa disco. Sem proteção, da forma mais selvagem possível. O resto da noite nunca mais me aproximei dele. Aliás, às 3h da manhã já estava a caminho de casa. 

TRÊS HORAS DEPOIS
Eram 6 da manhã. Estava na estação de comboios à espera que o meu transporte chegasse. Não sei como iria reagir quando estivesse com a minha namorada. Obviamente que não lhe ia contar... Mas a partir de agora seria sempre assim? Iria trai-la com gajos sem ela saber?
Não sei. Mas entretanto chegou o comboio e eu entrei, para ir ter com a pessoa que mais amo neste mundo...

Terminamos assim a 2ª Temporada da Rubrica "Sonhos Molhados"

24.3.15

Sonhos Molhados - No carro com João Paulo Sousa


No carro com João Paulo Sousa

 


Ele veio viver comigo porque eu ja estava a morar em Lisboa há algum tempo, desde que comecei a trabalhar. E assim dividimos despesas. Às vezes tem partes más (falta de privacidade,por exemplo)... mas de resto é na boa. Como vivemos os dois, nem sempre ando nu pela casa. Primeiro, porque sou gay e ele não, e ele sabe disso. Por respeito, não o faço. E também porque muitas vezes ele leva a namorada dele lá para casa e era bué mau ela ver-me nu. 


Naquela noite nada disso tinha acontecido. Ele saiu para uma festa e provavlemente era uma das noites em que não dormia em casa. Eu estava sozinho. Só em boxers, mas suado, fui até à sala e liguei a televisão. Fui buscar uma cerveja bem fresca e fui procurar algo para ver na televisão, enquanto a bebia bem fresquinha.

Estava a fazer zapping e parei num canal de séries. Estava a dar Spartacus. Foda-se! Já não era a primeira vez que me deparava com aquela merda de madrugada. Que tesão que a série me dá. Bastante erótica, mas sem mostrar nada... E depois a cena história. Brutal. Já para não falar nas cenas gay... Obviamente bati uma. Estava cheio de tusa. Bati uma ali mesmo e esporrei-me todo. Que tesão que me deu. Passando depois as mãos pelos pêlos no peito, suados, ainda fiquei com mais tusa. Tudo isto comigo próprio! Enfim...

Já estava mais calmo. Com aquilo tudo fui tomar um banho rapido. Mudei de roupa e decidi sair à rua. Eram 3 e tal mas como era sábado e ainda por cima verão, muitos sítios ainda estavam abertos. Ao pé da minha casa não havia nada de especial, mas conhecia um bar gay que chegava bem de carro. E lá fui.

Ao entrar, o ambiente não estava dos melhores. Mas fui ficando por lá. Na verdade estava a apetecer-me uma boa foda. Há algum tempo que não fodia com ninguém e aquele parecia ser um bom momento. Enquanto observava quem entrava e saía, deparei-me com uma cara bem conhecida. Era o João Paulo Sousa! E conhecia-o bem não só porque aparecia na TV, mas porque eu próprio o via todos os dias. É que trabalho nos estúdios onde são gravados os episódios do CC All Stars. Fui ter com ela.

- Olá João! Então o que fazes por aqui?

- Hey, Pedro. Tudo bem? - disse-me ele, um pouco atrapalhado

- Não esperava era ver-te num bar como este... Desculpa lá estar a dizer-te isto.

- Eu também não te esperava encontrar aqui. Nem sabia que eras...

- Tu também és?

- Não... Na verdade sou bi.

- A sério? Estás a gozar? - perguntei-lhe.

- Epa a sério. Costumo vir aqui algumas vezes, por ser um sitio mais reservado. Mas isto é engraçado, trabalho contigo todos os dias e nunca pensei que fosses gay.

- E eu não sabia que eras bi! 

Falámos durante um bocado. Comecei a lembrar-me de uma situação que aconteceu recentemente no estúdio... Puxei conversa

- Mas então naquele dia em que estavas com o fato do Borat no programa e trocaste de roupa a meio da emissão... Por isso é que... quiseste ficar sozinho?

- Foi bué complicado. Eu estava com tusa mas tive que me acalmar para disfarçar na TV.

- Mas era por causa da Maria?

- Não! Era mesmo por causa de alguns gajos que andam lá... Sabes que o que mais curto nos homens são gajos mais... másculos.

- A sério?? Isto é bué estranho de ouvir. Mas já te sentiste atraído por alguém lá?

- Claro, meu!

- Epa... A sério. Todos os dias nos falamos e nunca tinhamos alcançado isto. Algo me diz que o meu gaydar anda mal. Nem tu te apercebeste que eu te olhava de outra forma, nem eu... - e então percebi o que tinha dito.

- Que me olhavas de outra forma? - perguntou-me, a sorrir.

- Sim... - disse-lhe, já atrapalhado.

Depois disto, pouca conversa aconteceu. Estávamos nitidamente cheios de tusa. Os dois. Um pelo o outro. O amigo dele já tinha ido não sei para onde. Fomos para o meu carro que estava estacionado nas traseiras do bar. Fodemos os dois. Foi uma foda maravilhosa. Nunca pensei terminar a noite assim. Violenta, selvagem, muito quente - o tempo ajudava - e suámos. Suámos muito. Até a camisa dele rasgámos sem querer. Fizemos tudo no banco de trás. Primeiro ele saltou em cima do meu pau, gemendo de dor mas eu a tapar-lhe a cara. O pau dele completamente teso a bater-me na barriga. 

O corpo dele musculado q.b. e completamente depilado. Um pau fino mas bem grandinho. Cheio de veias, mas delicioso. Chupei-o também- E ele mamou também o meu. Fodemos, fodemos e fodemos. Foi uma foda deliciosa. E nunca me cansarei de dizer isto. Ele adorou o meu corpo musculado e com alguns pêlos. Confessou que já me tinha imaginado várias vezes nu mas que nunca tinha pensado que era tão bom. E adorou o meu pau. Grande e grosso. Tal como ele disse que gostava.

No final batemos uma, de frente um para o outro, e esporramo-nos em cima. Apesar de ser a minha segunda grande esporradela da noite, esta foi muito mais forte e excitante. Sujei-lhe o corpo. Beijámo-nos - a barba curta dele fantástica!! - e depois levei-o até a minha casa para ele vestir uma camisa lavada, já que a dele se tinha rasgado. Como as minhas ficavam grandes, levou uma do meu irmão - ainda hoje ele não sabe o que lhe aconteceu.

Depois dessa noite, a nossa relação nunca mais foi a mesma. Nos estúdios somos sempre muito discretos. Mal nos falamos e a nossa proximidade manteve-se. Mas sempre que há hipótese de bater uma no WC ou mamar um pau no intervalo dos diretos, lá estamos nós. E todas as semanas nos encontramos naquele bar, para fodermos naquele lugar, no meu carro. E todas as semanas é uma foda diferente, como se fosse a primeira vez, mas cada vez mais deliciosa.

3.3.15

Sonhos Molhados - Um melhor "pior domingo" de sempre!


Um melhor "pior domingo" de sempre!

Era domingo à tarde e eu estava sem nada para fazer em casa. Tenho 19 anos, estudo desporto numa universidade lisboeta e naquele dia a maioria do pessoal tinha ido para casa no fim-de-semana. Por isso, fiquei sozinho no apartamento que divido com mais três colegas. Era o primeiro domingo desde há algum tempo que passava sozinho. Sou bi e namorava com uma rapariga com quem tinha acabado duas semanas antes. Ainda era recente.

As duas semanas que se seguiram foram desmotivantes. Entre a universidade, os treinos, os estudos, as punhetas batidas a pensar nela, os filmes porno gay que assistia às escondidas no quarto, os meus colegas nus à minha frente na boa e eu excitado e sem poder fazer nada... estava um bocado confuso e chateado com tudo aquilo.

Decidi sair um pouco e fui passear até à Baixa. Fui de Metro até ao Terreiro do Paço e valeu logo a pena essa primeira viagem. Durante esse bocado encontrei dois turistas alemães que falavam animadamente, mas eu não percebia nada do que diziam. Sabia apenas que eram gays, o olhar deles não enganava ninguém. Estava sol neste dia e por isso estavam os dois de manga a cava, podendo ver os seus músculos nos braços e os peitorais definidos (um mais do que outro). Uma das partes que mais me excitava era o facto de terem um ar angelical, mas malandros... e de usarem barba, o que dava um ar bem rebelde aos dois. No final da viagem, beijaram-se, porque um continuou no Metro e o outro saiu também no Terreiro, tal como eu. Ainda pensei porque se teriam separado ali... eram turistas, não deviam manter-se juntos? Mas também não tinha nada a ver com isso...

Saí então no Terreiro e passado um bocado já tinha esquecido aquele casal. Estava agora a passear à beira rio, aproveitando o sol que se fazia sentir. Tinha uma t-shirt branca, uns calções de ganga e quem olhasse para mim podia reparar no meu corpo não muito musculado, mas completamente depilado. Não tenho um único pelo em todo o corpo. Só mesmo nas sobrancelhas. O resto, tudo rapado: cabelo, axilas, peito, pernas, pau... tudo! Tudo mesmo. 

Depois de muito andar por aquela zona, dei por mim junto ao cais do sodré. Aí é que eu percebi que já tinha passado algum tempo. Continuei a andar. Havia um barzinho ali ao pé que já tinha frequentado à noite, mas de dia estava muito mais vazio. Era normal, era um sítio mais isolado, escondido. Mas eu gostava do local. Se bem que num dia de sol não me apetecia ficar fechado o dia todo. Eram umas 17h e decidi entrar à mesma. Apesar de estar calor, estávamos no Inverno, e entretanto iria começar a anoitecer. Entrei e percebi que estavam mesmo poucas pessoas ali. Apenas três mesas ocupadas. Um casal (homem e mulher), duas amigas noutra e um rapaz sozinho numa mesa. Fiquei a olhar para ele e claro, ele acabou por perceber isso. Pareceu-me que não tinha gostado muito disso. Sentei-me duas mesas a seguir e entretanto apareceu o empregado. Não sei porquê, mas naquele dia quase tudo me excitava. Até o rapaz que me serviu, aparentemente normal e nada de especial, me parecia bastante gostoso.

Fiquei à espera da bebida que tinha pedido e fui à net no telemóvel. Aproveitei para consultar o blog +TVSexy, que consulto diariamente. De repente, olho para o lado e vejo um rapaz a vir da casa de banho e a juntar-se ao homem que até então estava sozinho. Primeiro nem liguei, mas voltei a olhar. Confesso que fiquei confuso. Parecia mesmo o... E era! Era ele! Era ele que estava ali sentado! OMG! À minha frente... Era o José Fidalgo!

Não resisti e tive que me levantar. Ajo por impulsos e naquele dia ainda estava mais virado para tal. Fui ter com eles.

- Boa tarde, peço imensa desculpa estar a incomodar, mas gostaria de pedir para tirar uma foto consigo - disse eu.

- Comigo? Tem que ser agora? - disse-me o José Fidalgo, um pouco antipático. 

- Não... quer dizer, como quiser.

- Vamos lá, então. Pede aí ao meu amigo, o Manel, para a tirar.

Dei o telemóvel ao outro rapaz. Fizemos sinal ao empregado, que vínhamos já, levantamo-nos e fomos a uma zona mais interior do bar onde não estava ninguém mas havia mais luz. Pusemo-nos lado a lado e eu pus-lhe a mão por trás das costas. Foi instintivo.

- Que merda é essa? - disse-me o Fidalgo.

- Desculpe...

- Vá, estava a brincar... Eu não sou paneleiro. E mesmo que fosses não havia mal. - disse o Fidalgo rindo-se.

Pôs-me a mão também atras das costas e olhámos para a foto a rir. De repente, antes de tirar a mão, ele baixou e apalpou-me o cu.

- Tu não me enganas - disse-me, a rir, com o seu ar de malandro

- Eu?

- Manel... - disse o Fidalgo, fazendo apenas sinal com o olhar.

O Manel deu-me o telemóvel e indicou-me o caminho por um corredor ainda mais para dentro do restaurante. Fomos ter a uma zona com uma portinha. Ele abriu e era uma espécie de salinha de estar mas também com sítio para arrumações. Tinha um sofá e umas prateleiras com bebidas. Entrámos (a porta estava aberta) e o Manel trancou-a.

- Tu és paneleiro, não és puto? - perguntou-me.

- Porquê? - perguntei.

- Estavas a comer-me com os olhos, caralho! E ninguém me come com os olhos sem ser comido também.

De repente, o Manel agarrou-me e o Fidalgo estava deliciado. E tudo aconteceu ali naquela salinha minúscula. O Manel começou por tirar-me a t-shirt à força e puxar os calções e cuecas para baixo. Ficou impressionado com fato de ser totalmente lisinho. Depois fez o mesmo com ele. Bateu-me uma e eu bati-lhe uma. Ele tinha pelos no corpo, era o típico "bear"... Musculado mas peludo, com pelos também no pau. Não era o tipo de homem que mais gostava, mas aquele ar bruto excitou-me tanto tanto... Tinha um pau grande e um piercing na sua cabeça. Quando lhe fiz um broche foi uma sensação estranha mas boa. E depois ele enrabou-me...

Enquanto isso acontecia, vi o Fidalgo, ainda com a camisola, mas com as calças para baixo, bater uma enquanto me via ser comido. Tinha um pau enorme, também depilado, mas bem grosso. Quando estava quase a vir-se, aproximou-se de mim e eu levei com o seu leite na cara. Mas nunca lhe toquei no corpo. Mas vi-o, vi e o facto de não tocar, excitou-me ainda mais.

No final, pegaram nuns guardanapos que estavam lá e limpámo-nos. Vestimo-nos, sem dizer praticamente nada. Saímos, voltámos aos nossos lugares na parte central do bar. Depois olhei para eles, já na minha mesa, afastado, e só vi o Fidalgo fazer um sinal de "boca fechada"... E a minha boca ficou fechada, mas com o sabor do esperma dele. Nem acredito no que aconteceu. O Fidalgo não é gay... mas excitou-se ao ver-me ser enrabado. E deu-me o seu leite. Foi a coisa mais excitante que me aconteceu na vida. E o pior domingo de sempre transformou-se no dia mais fantástico da minha vida.


18.2.15

Sonhos Molhados


PS: Desde já queremos pedir desculpa por ontem não termos publicado como é habitual a rubrica "Sonhos Molhados", isto porque o nosso colaborador que escreve a rubrica não conseguiu envia-la durante o dia, pois trabalha e como tal não lhe foi possível.
Fica mais uma bela história, esperemos que gostem, tivemos em conta as criticas da última historia e regressamos á formula inicial, deixem-nos a vossa opinião.

O SUPER-HOMEM E O COELHINHO

Era segunda-feira de carnaval e eu decidi sair para me divertir um pouco. No início da noite não estava muito inspirado, mas rapidamente acabei por decidir sair. Tinha um fato já guardado do ano passado. De super-homem. Este fato é de licra e fica extremamente justo contra o corpo. Como já sou musculado, não precisei de "acessórios" para os músculos. Só tinha um problema: é que eu sou avantajado e o meu volume dentro das cuecas era enorme... Mas lá consegui disfarçar, colocando panos à volta e fazendo com que o volume ficasse todo ao mesmo nível. O pau deixou de estar tão visível.

Depois de estar pronto, segui para a festa. Decidi ir para uma discoteca lisboeta bastante conhecida porque a festa de carnaval de lá parece ser sempre muito fixe. Sou bi e não gosto de ir a bares gays, pois isso limita-me as experiências.

Entrei na festa e comecei a observar as pessoas que lá estavam. Havia todo o tipo de fantasias, mas algumas chamavam mais à atenção. Um dos rapazes, com uns abdominais bem definidos, um bom volume e um corpo fantástico estava vestido à Borat. Havia outro mascarado à mecânico, com camisola manga à cava rota e um fato de macaco meio aberto. Dava para ver que era completamente depilado e bastante musculado.

Estava sozinho na pista de dança. Por estar mascarado, e com a cara parcialmente tapada, estava mais à vontade para dançar. Comecei a curtir o som e quando dei por mim estava no meio das várias pessoas a dançar as habituais músicas de Carnaval. Ainda me rocei no rapaz vestido de Borat e deu para sentir o seu pau no meu rabo, que estava bem justo mas definido, pelo fato de licra.

De vez em quando sentia-me constrangido, porque ficava mais teso, e nem mesmo aquilo que coloquei na zona das cuecas para disfarçar fazia efeito. Foi então que, passadas já umas 2h, reparei em duas pessoas que estavam a sair de uma zona de acesso restrito e que se dirigiam a um bar central que tinha ligação com todas as zonas da discoteca. Era a Iva Domingues e o Ângelo Rodrigues. E eu nem acreditava no que via. Estavam mascarados há coelhinhos, bem ao estilo da Playboy. Ela, com uns calções e top justos e umas orelhinhas na cabeça. Ele apenas com uns calções, também de licra, justos, lacinho e orelhas. Estava ali à minha frente, completamente nu, depilado, musculado, a soar por dançar a noite toda. Não largava a Iva.

Toda a gente olhava para eles e algumas pediam para tirar selfies. Eu observava, do outro lado do balcão, junto as umas casas de banho. Passado um bocado ouvi-o dizer-lhe qualquer coisa e afastar-se. Mas afastar-se dela, porque na verdade aproximou-se de mim. Foi então que percebi onde é que ele ia... estava a dirigir-se para o WC da casa de banho. Não resisti e fui atrás dele.

Entrei lá dentro e percebi que não estava lá muita gente. Nos urinóis estavam três rapazes a mijar, mas nenhum deles era o Ângelo. Ele só podia estar num dos seis cubículos fechados que ali havia. Prevenido... Tímido... Não sei, a verdade é que eu não conseguia ver nada porque ele estava dentro de um deles.

Comecei a procurar como se visse também eu um disponível. Bati à porta do primeiro que estava fechado e respondeu-me um homem com uma voz estranho. "Está ocupado... não tens mais nenhum livre, queres ver?". Não era ele. Um dos homens dos urinóis olhou para mim, como se concordasse com aquela afirmação. Ao olhar para ele ainda o vi sacudir o pénis e reparei que era peludo e enorme. Ele também viu que olhava para ele, arrumou ou pau, olhou-me com ar de desdém, fez-me um pirete e saiu no seu fato de pirata. Os outros dois continuavam a mijar sem olhar para trás.

Dos outros 5 cubículos apenas 2 estavam ocupados. Fui bater à porta do último, mais afastado dos urinóis. "Tem gente" disse uma voz familiar. Era ele. Era ali que ele estava. Fiquei à espera que ele abrisse a porta. Mas nem sei porque fiquei à espera... Que parvoíce. A verdade é que quando ouvi a porta a abrir fiquei ainda mais nervoso.

- "Desculpe, importa-se de me deixar passar?" - perguntou-me ele olhando com um ar de mauzão

- "Ângelo... Eu é que peço desculpa. Tinha mesmo que te ver ao vivo... Eu não resisto..." disse eu, esticando a mão e tocando-lhe nos abdominais.

Ele agarrou-me a mão e tirou-ma. Depois fez-me sinal e fomos até ao fim da casa de banho. Olhou para o outro lado do balcão e viu a Iva a falar com duas pessoas. Continuámos pelo caminho oposto e fomos ter à porta de onde eles tinham saído. Depois de percorrer um corredor, fomos ter a uma sala com um sofá vermelho, vazia, com uma garrafa de champanhe na mesa e alguma comida espalhada.

- Ouve lá, que merda foi esta? - Perguntou-me ele.

- Desculpa, eu não...

- Como é que percebeste que eu sou gay? Nunca sou abordado por gajos!

- Tu és gay? - Perguntei-lhe completamente parvo. Normalmente não era muito tímido e portanto fazia perguntas sem pensar.

- Sou, caralho. Claro que sou. Mas nem a Iva sabe. Aliás, muito pouca gente sabe e tu topaste logo a cena. Não sou bem gay... Sou bi. Ok?

- Bem, eu na verdade...

- Tu na verdade nada. Já tinha olhado para o outro lado e tinha visto esse teu corpo. Já percebi que não precisas de nada para teres um "fato" musculado.

Dito isto tudo o que se seguiu foi feito sem mais uma única palavra. Comunicamos apenas por gestos... Por olhares... Ele tocou-me no peito e a mão dele desceu até às minhas cuecas vermelhas de Super-Homem. Apertou-me o pau e aquilo excitou-me imenso.

Como ele era ligeiramente mais alto do que eu, ao aproximar-se de mim, fiquei com a boca no pescoço dele. Beijei-lhe o pescoço e comecei a percorrer pelo corpo abaixo. Passei com a língua e os lábios pelos abdominais, toquei-lhe nos músculos. Nem um único pelo naquele corpo.

Pus-lhe as mãos nas cuecas e senti um pau duro. Um pau mais pequeno que o meu, mas bem grosso e apetitoso. E partir dali tudo aconteceu. Fui passivo e ativo. E ele também. Chupei-lhe o pau, bati-lhe uma, ele veio-me ao cu, provei o seu leite... E ele fez-me o mesmo. Disse-me que era mesmo um Super-Homem pois tinha um pau gigante.

Apesar de intenso e muito bom tudo isto demorou menos de meia-hora. Enquanto fodíamos ali naquele sofá vermelho, já todos nus (ele só tinha o laço e eu a máscara na cara - nunca a tirei), bateram à porta várias vezes, mas ele nunca abriu e estava trancada por dentro.

Depois de tudo aquilo, ele espreitou e viu que não estava ninguém lá fora. Já vestido, saí, demos um linguado pela última vez. Disse-lhe adeus e ele disse que tinha gostado. E que lhe excitava não saber a minha identidade. Disse ainda que não contasse a ninguém o que tinha acontecido... Senão estava fodido.

Saí, percorri o corredor e voltei à festa. A Iva continuava no bar. Certamente tinha sido ela a voltar lá e a bater à porta algumas vezes. Passados uns minutos, ele voltou e disse-lhe qualquer coisa como desculpa. Ela acreditou. Ao longe, viu-o beija-la e a olhar para mim, ao mesmo tempo, com um ar de safado. E aquele olhar nunca mais há-de sair do meu pensamento.


4.2.15

Sonhos Molhados "O Massagista" Parte II



MASSAGISTA - Parte 2



Ali estava eu. Estagiário de jornalismo a passar-me por massagista. No balneário com os jogadores do FCP. Eles todos nus e a convidar-me para bater uma com eles... Não sei como aconteceu, mas passados 5 minutos estava à frente deles, sem camisola e com as calças e cuecas para baixo. A bater uma com os jogadores do FC Porto.

- Não estás nada mal servido - disse-me o Quintero, rindo-se. A verdade é que não estava mesmo nada mal servido.

Fiz como eles disseram, segui as indicações e continuei a mastrubar-me. À medida que íamos batendo, os que tomavam banho iam-se juntando a nós. Alguns tinham começado há pouco tempo e outros estavam quase a vir-se. Era esse o objetivo, ver que sem vinha mais tarde. Quem aguentava mais tempo.

Aí o Quaresma disse:

- Olha puto... Tu tens mesmo cara de paneleiro. Diz-nos lá, és gay, certo?

Riram-se todos. Eu disse que não.

- Cala-te e vem mas é treinar aqui os nossos paus... Queres chupar um caralho de jeito? Baixa-te aqui à minha frente. Mamas um de cada vez...

Alguns ficaram atrapalhados. Um deles foi o próprio Quintero.

- Epa, mas estás parvo? Não vamos começar aqui com paneleirices... Aqui não há disso.

- Cala-te caralho! - disse o Quaresma - O puto chupa-nos e cala-se. Ninguém tem que saber. Ainda por cima só está cá hoje, veio substituir o Vale... Que, diga-se de passagem, também não se importaria de ser chupado...

E mais uma vez, sem perceber como, estava todo nu, de joelhos, no meio dos jogadores do FCP. Alguns hesitavam, mas acabavam por ceder. Caí de boca na pila do Quaresma... Depois seguiu-se o Quintero e fui seguindo. Comecei a ouvir os mais altos gemidos de sempre. O Tello ficou quase para o fim. Foi uma sensação incrível. Um caralho gigante na minha boca. Fiz-lhe um belo broche. O meu primeiro broche. Eu, que nunca tinha sequer pensado em estar com um gajo! A mamar os caralhos dos jogadores do FCP!

Alguns acabaram por se vir, mas ninguém se veio na minha boca... O Quaresma era um dos que estava a aguentar.

- Vamos animar ainda mais isto? - disse-me o Quaresma. - Vamos fazer uma espécie de jogo... Vais ser meu escravo, ok?

- Ok... - respondi-lhe a medo.
Eu ainda de joelhos e ele puxou-me o cabelo, agarrou em mim e disse:
- Tás a ver o Ruben, o puto nunca fodeu, por isso esforça-te.  Se não gostares é só avisares, que eu trato disso.

O Ruben pegou em mim e levou-me para a marquesa. Fiquei de cu para o ar, virado para ele e ele enrabou-me. Já nem estava em mim. Aquilo para mim já nao era real. Estava a ser fodido por um jogador do FCP, os outros todos a ver... e estava a gostar. Os que ainda resistiam gemiam e batiam uma.

Aí o Ruben disse:
- Isto 'tá muito devagar... Quaresma, anda cá...

O Quaresma chegou à minha beira deu-me uma surra, obrigou-me a dar uma lambidela no seu pau, agarrou nos meus cabelos e fez-me chupar outra vez o Ruben. Estava agora completamente deitado na marquesa. O Quaresma deitou-se em cima de mim e enrabou-me.Confesso que os nossos corpos molhados em cima um do outro me excitaram tanto... tanto... que nem me fez diferença a força bruta daquele corpo em cima de mim. Enquanto isso, o Ruben pôs-se na ponta da marquesa e eu fiz-lhe um broche. E  ele gozou tudo na minha boca.

- Isso, sua puta - disse-me o Ruben - chupa-me essa merda toda.

Depois de ficar cheio de esporra na cara olhei para o lado e vi que já não estavam muitos jogadores no banho. O que estariam a pensar de mim? Não quis saber...  Fiz mais umas mamadas ao Quaresma e depois ele espetou o seu pau no meu rabo. A seguir juntou-se a mim o Tello, que pôs novamente o seu monstro, agora totalmente excitado, na minha boca. Já o Gonçalo e o Casemiro e puseram-se à minha frente e eu bati-lhes uma punheta com as mãos (um pau em cada mão). No banho estavam ainda o Quintero, Danilo, Fabiano e Jackson, todos a bater uma e a ver aquela cena. Enquanto isso, gritavam: "Anda. Chupa. Mama. Engole, bicha do caralho. Dá-lhe Quaresma."

O Quaresma adorava. Primeiro ninguém queria... Agora estava a ser enrabado por um, a chupar outro, a bater duas punhetas e a ser observado por não sei quantos gajos. Enquanto me fodiam davam-me palmadas e quando gozavam em cima de mim, saiam. Até que todos gozaram... todos menos o Quaresma e o meu preferido, o Tello.

- Tello, ganha-me esta merda... Fode-o todo com esse monstro. Força.

E então o Quaresma veio-se na minha boca para o Tello ganhar. Saiu para os vestiários e eu fiquei sozinho com o Tello na marquesa. Passámos para os duches... Ficámos a foder sozinhos. Chupei aquele autêntico bicho com toda a vontade do mundo enquanto ele me puxava os cabelos e o fazia engolir. De seguida pegou em mim, pôs-me de 4 e espetou aquela super vara no meu cu. A sensação mais inexpliclável de sempre. Depois fizemos um 69  na marquesa e após o 69 ele deitou-se e eu sentei-me naquela jibóia.

Lembro-me de todos aqueles segundo em que o Tello me agarrava, me fodia e dizia:

- Eso, vay, vay,vay, sabroso!

Ele estava a ser super dominador... e apesar de nunca ter pensado nisso, percebi que adorava ser dominado. Mesmo assim não gozou e então começou a mastrubar-se novamente  para a minha boca.

Eu tinha ali aquela monstra a minha frente prestes a dar-me de bebida.

Isso...  - disse-me o Tello

E gozou. Fiquei com a cara praticamente branca e ainda engoli tudo o que pude. Foi sem sombra de dúvida os maiores jatos de porra de sempre que eu já vi... E depois de provar a esporra de tantos... esta era mesmo a mais saborosa.

Depois da foda final, tomamos uma ducha os dois e ainda deu tempo para brincarmos mais um bocado (so bater punhas). Antes de irem embora, ainda me despedi do meu "dono" (Quaresma). Vesti-me, separado dos outros jogadores, junto à marquesa onde estava a minha roupa. Fiquei a pensar no que tinha acontecido ali. Continuava a não acreditar... Peguei na mala e abri-a. Foi então que reparei. Tinha quase 1h de gravação de som... Tinha posto o gravador no REC e não o parei. Estava tudo gravado. Tudo! Tinha ficado com aquilo gravado, pelo menos em som.

Saí do balneário em último lugar, já depois de todos terem saído. Ao percorrer o corredor encontrei um senhor que me era desconhecido.

- Boa tarde, sabe-me dizer onde é a enfermaria? - perguntou.

- Pois, não sei... Não faço ideia, sou jornalista e...

- Jornalista? Então não devia estar aqui, penso eu. Os seus colegas estavam do lado de fora deste pavilhão, à porta... Mas os jogadores já passaram todos e foram entrevistados.

- Ah, pois... quer dizer... claro - disse, atrapalhado

- Sabe, é que eu sou um massagista que vim substituir um colega... Mas é só hoje. Como a hora do treino foi antecipada, acabei por chegar atrasado. Mas disseram-me que o Oliver precisava de mim, mas com esta confusão já foi para a enfermaria esperar por mim. O mais estranho foi mesmo a reação deles... vinham todos malucos a falar de um massagista, mas com um ar um bocado... bem, não interessa. O senhor não tem nada  a ver com isso...

- Pois não... Com licença - disse eu, saindo à pressa.


Já fora do estádio e dentro do carro fiquei parado e acalmei-me um bocado. A minha carreira como jornalista estava arruinada... Nem valia a pena tentar... E afinal eu sou hetero ou gay? Ou bi? Não sabia e nem hoje sei... Não consigo parar de pensar e as dúvidas são muitas. Mas a verdade é que hoje tenho a certeza que o meu lugar no jornal continuará assegurado... É que mesmo que algum jogador me identifique, tenho sempre uma "certa gravação" para usar em troca do silêncio deles. E se por algum motivo mesmo assim não se calarem... o meu "dono" e os seus colegas com certeza que não se importarão de ter a visita deste "massagista especial".

3.2.15

Sonhos Molhados "O Massagista"



O MASSAGISTA - Parte 1

Sou estagiário na redação de um jornal e no mês passado fui chamado pelo meu chefe para ir fazer uma reportagem no treino do FC Porto. A reportagem pedida era muito simples: teria que acompanhar o treino dos jogadores e no final fazer algumas perguntas sobre o jogo do próximo fim-de-semana. Não sendo uma jornada complicada, o interesse não era tanto, ainda assim decidi empenhar-me ao máximo, pois como tenho 24 anos e comecei a estagiar há pouco tempo, tenho que dar sempre o meu melhor.

No dia em que realizei a reportagem estava um dia bastante agradável. Apesar de ser inverno, estava sol e os jogadores fizeram bastante esforço físico. Como é normal, acabaram por ficar, muitos deles, suados. Durante o treino observei-os e tirei algumas fotografias junto a um dos bancos dos suplentes, reservado para as equipas jornalísticas. No meu caso fui sozinho. Confesso que nunca pensei que ver todos aqueles jogadores conhecidos e bonitos suados, a correr, me excitasse tanto. Foi uma sensação extremamente estranha. É que, sendo hetero, nunca me tinha acontecido aquilo. Mas ali foi inevitável.

Quando acabou o treino encontrei um antigo colega de curso com que já não falava há algum tempo. Ficámos um pouco à conversa e ele contou-me que já estava a trabalhar num outro jornal e que por isso já era hábito acompanhar os treinos das equipas. Depois de alguns minutos, despedimo-nos. Quando reparei, já não estava praticamente ninguém no relvado. Havia apenas um rapaz, pouco mais velho que eu a arrumar algum material utilizado.

- Boa tarde. Desculpe, eu  sou jornalista e gostaria de fazer algumas perguntas aos jogadores sobre o treino.

- Tem preferência por algum deles?

- Não, neste caso, seria com o máximo de jogadores possível. Como não estão cá muitos jornalistas, penso que será mais fácil obter as declarações.

- Sim. Olhe, faça o seguinte. Siga por aquele corredor central. Depois encontrará duas portas e virará...

Enquanto ele falava distraí-me um pouco. Não consegui deixar de reparar nas axilas do rapaz completamente depiladas. Ele estava com t-shirt e ao levantaro braço para me indicar, reparei. Ele tinha a barba por fazer, mas percebi que se depilava. E tinha os braços musculados. "Mas porque raio estou a reparar nisto?" pensei eu.

- .. e basta esperar aí. À porta do balneário será o melhor local, pois eles sairão todos por esse lado.

- Muito obrigado - disse eu, apanhando apenas a parte final da conversa. Como não queria tornar a situação mais embaraçosa, decidi avançar pelo corredor que ele tinha dito. Cheguei a um ponto em que me perdi no caminho e acabei por arriscar no que me apareceu em primeiro lugar.


Fui dar ao balneário. "É isto mesmo", pensei eu. Achei estranho não ter visto mais nenhum jornalista naquele local. Mas fiquei ali a aguardar, mesmo junto à porta. Pus o gravador de imediato no "REC" para estar pronto a fazer as perguntas. Nisto, passa um outro homem e dirigi-me a ele, depois de pôr o gravador na mala, à pressa.


- O senhor é o massagista?

- Sim, sou sim, gostaria de fazer umas...

- Então entre, o material já está preparado. Eles estão a tomar banho, pode ir preparando as coisas, deixámos tudo junto à marquesa de massagens, como de costume. O Oliver precisa de cuidado especial porque está lesionado. Obrigado... Já volto.

Fiquei a olhar para o homem. Só depois percebi... ele tinha dito "massagista" e eu percebi "jornalista". Ao ver-me com a mala da máquina na mão, ele pensou que vinha para fazer as massagens habituais de final de jogo. Não sabia bem o que havia de fazer. Decidi entrar.

Quando abri a porta, os jogadores que estavam já na parte do vestuário, depois do banho, olharam para mim. Não pude deixar de reparar no Andrés Fernandez, que era o único que estava completamente nu. E foi ele que se dirigiu diretamente a mim.

- Você deve ser o novo massagista?

- Aaaah.... Sim, sou... sou eu - disse, visivelmente atrapalhado. Aquele momento estava a excitar-me e eu não percebia porquê.

- Entre, é por ali, a marquesa está daquele lado, mesmo em frente aos chuveiros. O Oliver vai precisar mais de si. Ele está lixado da perna.

- Ok, ok... Vou lá então.

Fui até ao sítio onde ele me indicou. Ali estavam os restantes jogadores. Cumprimentaram-me, com toda a normalidade e eu fiz o mesmo. Estavam todos nus a tomar banho. Não sabia bem o que estava a fazer... Eu, jornalista, estagiário... a fazer de massagista? E onde estava o verdadeiro massagista? E se alguém entrasse? E o que iam fazer quando percebessem que eu não era o massagista? Já era tarde demais, então alinhei... Comecei a fingir que preparava as coisas e enquanto isso fiquei completamente a "babar-me" enquanto olhava para aquelas pirocas. As melhores eram as do Quaresma, do Ruben Neves e a do próprio Oliver.

Mas depois de olhar bem... fiquei impressionado. A maior de todas tinha uns 25cm e com veias saidas para fora... era a do Tello! Completamente depilado, super sexy com as suas tatuagens e depois aquele verdadeiro "monstro" pendurado entre as pernas. Meu Deus! Estava a ficar completamente excitado e escondi-me por trás da marquesa para não verem o meu volume que inevitavelmente começou a crescer.


Eles estavam todos na galhofa. E eu olhava para eles. De repente o Quintero vira-se para mim.

- Olhe lá... ou melhor, olhá lá... Importas-te que a gente se divirta um bocado?

- Desculpa? - perguntei eu, completamente estúpido.

- Olha, faz-me um favor... Finge que não viste nada, ok?

De repente o Quintero e o Gonçalo Paciência começaram a mastrubar-se. E de repente percebi que aquilo era uma espécie de competição, que todos eles se iam juntando e batendo uma ali à frente. E eu não consegui evitar o olhar.

- Olha lá... oh miúdo - disse-me o Quaresma - em vez de estares aí com essa cara de paneleiro a olhar para nós e se juntasses a nós?

- Como assim? - perguntei, super atrapalhado.

- Oh que caralho... Então, puto, vens bater uma connosco. Vê isto como uma praxe, mas sem violência.

Todos se riram.

- Vá lá, anda lá... Não estamos aqui a fazer nada de mal... Não fiques a pensar que somos todos paneleiros - disse-me o Gonçalo. - Apenas costumamos fazer estas merdas no fim do jogo para nos divertirmos um bocado.

Metade deles já tinham um pau a ficar duro. E o do Tello... God... Sem comentários. O que havia de fazer? Não sei... Nunca tinha pensado numa cena destas... Mas estava completamente excitado!

(CONTINUA AMANHÃ)

20.1.15

Sonhos Molhados - "A Aposta dos Carreira"


Ouvi na rádio que o dia 19 de janeiro iria ser o mais infeliz do ano. Fiquei logo fodido. Estava a caminho do trabalho, eram 7h e tal da manhã e não tinha dormido nada a noite toda. Passei o fim-de-semana na Serra da Estrela com uns amigos, com o objetivo de foder com o empregado da estalagem. Todos os anos vou lá e ele faz-me um broche. Sou bi, tenho 28 anos e ele é um miúdo novo. Tem agora 20. Desde que ele tem 16 que me brincamos todo os anos por esta altura. Mas tive azar... o cabrão arranjou uma gaja e disse que desta vez não dava. Resultado: estragou-me o fim-de-semana.
Trabalho num hospital. Sou médico. Aquela manhã estava particularmente cinzenta e tudo fazia prever o anúncio da rádio: ia ser um dia de merda. Entrei ao serviço às 8h e durante as primeiras quatro horas não aconteceu nada de jeito. Muito trabalho, muito stress, muita gripe, nada de interessante... Só me apetecia ir para casa. Chegou a hora de almoço. Era meio-dia. Tinha apenas 20 minutos para comer alguma coisa. Cheguei à sala de refeições e só lá estava a Teresa, uma gaja bem boa que é enfermeira.
- Então Dr. Pedro, hoje está com uma cara bastante desanimada...
- Dormi pouco, tenho frio, estou deprimido - respondi-lhe, apesar de ter sorrido para ela de seguida.
Falamos durante um bocado. Conversa de circunstância. Conversa de merda... basicamente! A meio da conversa, interromperam-nos.
- Imagino que tenha sido bastante... - dizia a Teresa quando uma outra enfermeira entrou na sala.
- Dr. Pedro, preciso que venha comigo. O Dr. Urbano estava a atender um paciente mas recebeu uma chamada de urgência para uma operação. Está no quarto 20.
- Com certeza... - e lá fui eu aborrecido.
A Teresa e a Mónica ficaram sozinhas mas eu ainda ouvi parte da conversa enquanto me afastava.
- Não vais acreditar! - disse a Mónica - Não sabes quem está ali na sala para onde o doutor vai...

- Quem? - perguntou a Teresa
- O David!
- Qual David? O do bloco operatório?
- Qual bloco operatório! O David Carreira!
Quando ouvi David Carreira olhei para trás. A minha reação foi muito mais rápida que a da Teresa. Elas olharam para fora da sala e viram que eu estava a meio do corredor a olhar para elas. Ficámos a olhar uns para os outros. O David Carreira estava no hospital? Mas o que teria acontecido?
Olhei em frente e segui. Uma outra enfermeira deu-me o relatório antes de entrar na sala. O David tinha tido um acidente enquanto ensaiava para um espetáculo. Necessitva de pôr gesso do braço. E quem foi chamado para fazer isso fui eu. Entrei.
- Olá, boa tarde - disse eu, timidamente. Só estávamos os dois na sala.
- Olá, tudo bem? - disse-me o David, sorrindo.
- Vamos então ver como está o seu braço?
- Trate-me por tu! Por favor... Devemos ter quase a mesma idade.
Aquele à vontade dele deixou-me nervoso. Principalmente por causa do que eu lhe ia dizer a seguir. Estava aparvalhado. Apesar de trabalhar ali há 4 anos de repente parecia que era o meu primeiro dia. Nem dizia coisa com coisa.
- Tudo bem, como preferires. Olha, preciso que tires a camisola, se não te importares.
- Porque me haveria de importar? Se o doutor fosse uma miúda toda gira ainda melhor seria... - disse-me, sorrindo.
Tirou a camisola. Ali estava ele, David Carreira à minha frente em tronco nu. Completamente depilado. Os mamilos bicudos a olharem para mim. E ele a sorrir novamente. Não consegui deixar de olhar para os mamilos. Comecei a ficar excitado. As calças que eu tinham vestidas eram as do hospital e eram finas. Com certeza o volume ia começar a notar-se. Aproximei-me dele.

- É grave? - perguntou-me o David.
- Deixa-me tocar-te para ver. - disse-lhe eu.
- Está à vontade para tocar... Onde quiser - disse-me o David olhando para entre as pernas dele.
- Desculpa?
Dito isto, alguém bateu à porta. Era uma enfermeira.
- Desculpe doutor, tenho aqui o irmão do senhor David. Eu insisti para que ele ficasse lá fora, mas...
- O irmão? - perguntei baixinho - O Mickael Carreira?
- Sim, sim.
- Deixe-o entrar.
Nisto, entra o Mickael Carreira com uma t-shirt justa e a rir-se para mim.
- Boa tarde... senhor doutor - disse-me.
- Boa tarde, faça favor de... - não acabei a frase. Ao virar-me novamente para trás, e depois de entrar na sala com o Micakel, vi o David completamente nu. Estava ali, à minha frente, com os boxers para baixo... Todo depilado, até no pau. O pau ainda mole, mas ainda assim grande.
- Espero que o doutor não leve a mal - disse-me o Mickael - mas isto trata-se de uma aposta.
- Desculpa? - perguntei eu.
- Pare de pedir desculpa, doutor... Pedro Nunes. Tenho a certeza que quer isto tanto quanto eu - disse-me o David.
Dito isto, o Mickael agarrou-me com força e uma vez que ele tinha muito mais corpo que eu, a força era igual. Encostou-me à parede e ficámos frente a frente. Encostou a cara à minha. E eu só pensava... como é que ele me conhece?

- Ouve bem o que eu vou dizer... Vais foder o meu maninho até ao fim. Ele vai chupar-te, tu vais chupá-lo. Ele vai-te enrabar, tu vais enrabá-lo. Ee eu vou ver tudo enquanto bato uma. Que acha senhor doutor?
Não percebi absolutamente nada do que se passou a seguir. O Mickael trancou a porta do consultório. Atirou-me para cima da maca. Sentou-se numa cadeira, completamente vestido, mas tirou o pau para fora, pela braguilha. Era maior do que o do irmão. Mas o do David era mais grosso. O David baixou-me as calças, ficou de joelhos ao pé da maca e fez-me um broche. Chupou-me o pau todinho... um broche delicioso. Eu tinha pêlos no pau e ele mordia-os e gritava ao mesmo tempo que tapava a própria boca para não fazer barulho.
A seguir pôs-se em cima da maca, mandou-me chupar o dele. E assim o fez. Soube tão tão bem. Sentir aquele pau rapado e grosso na minha boca. O Mickael estava sentado, já tinha baixado as calças e os boxers de vez. E dizia baixinho com ar safado"fodam caralho, fodam!". De repente, levantou-se. Arrancou-me a bata e agora também eu estava todo nu. Pegou em mim e no David por um braço e atirou-nos à bruta para contra a minha mesa. As minhas coisas cairam todas no chão. Mandou o David encostar-se à mesa. E eu enrabá-lo. Assim foi. Estava a penetrar o David quando o Mickael veio por trás e me enrabou. E assim foi... Eu a enrabar o David e o Mickael a enrabar-me a mim. Depois de 10 minutos nisto, puxou-me. Sentou-me em cima do pau dele, eu saltei e ele tapou-me a boca para não gritar. Veio-se no me cu. E ao mesmo tempo o Mickael veio-se, em pé, enquanto batia uma, para a minha boca. Leite dos Carreira no cu e na boca ao mesmo tempo. Foi o melhor momento da minha vida.
A seguir a isto só me lembro do David a tapar novamente os mamilos eretos com a camisola. Vestiram-se os dois. Foram ainda mais rápidos. E no final só houve tempo para uma explicação rápida do Mickael.
- Aqui há dias vim às urgências à noite com a minha irmã... Vi-te ali ao fundo e ouvi dizeres àquelas gajas que ias estar de folga no fim-de-semana mas que hoje estarias cá. Topei logo que eras gay... ou bi, sei lá. However... Hoje apostei com o David em como ele não conseguia vir aqui e fingir que se tinha magoado para que te pudessemos foder... E a aposta subiu com a primeira experiência gay do maninho.

David sorriu.
- Mas porquê eu? Porquê com um médico? E a esta hora? - perguntei, completamente aparvalhado.
- Não havia melhor forma para começar - disse o David. - És médico, és podre de bom... e a minha curiosidade era muita. És de confiança, a esta hora ninguém desconfiaria que viessemos para isto... este hospital é discreto e não há perigo de paparazzi. Ainda por cima tens o sigilo profissional como desculpa, acima de tudo! Não podes falar disto. Por isso foi muito fácil. Bastou saber que só havia dois médicos de serviço... que esta merda estava calmissima e que o outro cabrão foi operar um velho de urgência. Melhor oportunidade? Não havia. Enquanto eu vim para aqui, o Mickael certificou-se de tudo... - olhando para o Mickael, continuou - e agora maninho... acho que me deves 100€ da aposta.
- Com todo o prazer, cabrãozinho - disse o Mickael, dando um calduço ao irmão.
Despediram-se de mim e prometerem ficar doentes em breve. Saíram. A história pareceu surreal. E surreal foi explicar às enfermeiras porque é que afinal não tinha feito raio-x e afinal não estava nada magoado... Mas inventei uma boa desculpa. Pensando bem, o mais surreal foi mesmo eu ter caído nas graças dos Carreiras. Ok, eu sou podre de bom, isso não há dúvida... mas um plano tão elaborado por uma foda? Mas não interessa... tirei a virgindade do cu do Carreira mais novo... com a promessa de que um dia voltarão. E ainda diziam que este dia 19 era o mais infeliz do ano... Se é assim, nem quero imaginar o que ainda aí vem...



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